Galpão do Verso
Poetas

Cláudio Silveira

11 poesias

Poesias

  • A Dor

    Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira

    Dor... Que é sofrimento... ... das feridas; tormento, aflição

    9º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • A Marca

    Cláudio Silveira

    ...Moldada e perfilada... Conforme um dia Seu dono mandou fazer...

  • A Quem Embuçala os Sonhos

    Cláudio Silveira

    Enquanto um “hornero”, Faz bombeador da cabeça de um palanque, (na liturgia antiga de chamar o dia em “tempraneras” clarinadas) Antônio Estarrabachél, “empeza” a lida com o sentar crioulo de basteiras,

    14ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Armorial de Campo e Estrada

    Cláudio Silveira

    ...Aos que tem Rumo e Querência - sempre sobram motivos pra voltar!... Pra quem nunca teve norte - pouco importa a direção dos ventos... ...Filosofias de galpão pelas tardes de garoa, De quem nasceu no campo - quando a vivência era a lei maior...

    15ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Bombeador

    Cláudio Silveira

    ...Pelo olhar de ventana envidraçada Lamentou o rancho com seu pranto cristalino de sereno... Que redesliza quando lampeja sobre o toso do horizonte A "baeta rubra de uma aurora de querência"...

  • Lições de Campo e Estrada

    Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira

    Lembra ainda... ...Como se cada passagem de vida e lida de campo Fosse um entalhe profundo Riscado no cerne d’alma...

  • Nos Olhos de Quem Foi Estrada

    Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira

    ...A meia luz da candeia, Se projeta amarelada, Numa nesga de aprisco, nos ‘bretes de um arrabalde’... Que se confunde ao brilho perdido

  • Pra Quem Enfrena um Verso

    Cristiano Ferreira Pereira e Cláudio Silveira

    “...Quando um poeta embuçala... Tropilhas de nostalgia, Quem declama ajeita as garras Para domar elegias...

    17ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Rastros de História e Tempo

    Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira

    Num trono de crina e cascos a vida se fez campeira, sem razões, só por ser...

  • Réquiem para os Dias de Ontem

    Cláudio Silveira

    O horizonte de um cogotilho, se moldava mansamente, a preceito...(tempranito)... Entre as folhas templadas da “Corneta” antiga,

    11ª Sesmaria da Poesia Gaúcha