Galpão do Verso
Poetas

Jadir Oliveira

12 poesias

Poesias

  • Almas Antigas

    Jadir Oliveira

    Quando me recosto sorvendo um amargo andejo lonjuras, sem sair do galpão... Meus olhos de campo se viram pra dentro,

    22ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Cacimba

    Jadir Oliveira

    Vertente doce da serra Que habita o ventre da mata Como uma artéria de prata Jorrando o sangue da terra

  • Celeiro

    Adão Quevedo e Jadir Oliveira

    Semeei sonhos e quimeras pelas terras onde andei... Das sementes que plantei colhi trigo, fiz o pão, arei bem, meu coração... Guardei meus versos singelos e o que restou de mais belo no celeiro da ilusão... Foram safras de emoções, de guitarra e poesia, pra encher a vida vazia e espantar a solidão.

    5º Celeiro da Poesia – Campos Novos – SC
  • Dos Valores da Alma

    Henrique Fernandes e Jadir Oliveira

    Qual é o ponto de partida? A morte ou o nascimento...? Parei pensar um momento Nestes mistérios da vida...

    18ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • É Bem Assim Lá no Campo

    Jadir Oliveira

    O campo que vive em mim é o mesmo dos meus avós, que por mais que a vida passe e a gente se vá embora ele permanece vivo pra sempre dentro de nós...

    I Esteio da Poesia Gaúcha
  • Herança de um Piá

    Jadir Oliveira

    Olhando o rancho tapera com o semblante já puído O telhado esburacado e o oitão quase caído. Fiquei parado em silêncio ao lembrar porque eu vim Pra ver de perto as histórias que o vovô contou pra mim.

    Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da Poesia
  • O que Haverá

    Jadir Oliveira

    O que haverá por detrás do homem? Quais os mistérios que sua alma tem? Quem saberá para onde caminha? Quem saberá de onde ele vem..?

    25ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Silêncio

    Jadir Oliveira e Adão Pedro Bernardes

    O silêncio tem efeitos De reflexão e calma Entendê-lo é percorrer Os labirintos da alma.

    VI Esteio da Poesia Gaúcha
  • Pajada à Mulher

    Jadir Oliveira

    Abro minh'alma cativa que amanheceu orvalhada, querendo ser libertada por esta musa nativa,

  • Para Viver de Saudades

    Jadir Oliveira e Vianei Oliveira

    Depois que vim lá de fora nunca mais contei estrelas Com tanta luz na cidade, mal e mal consigo vê-las. Depois que vim lá de fora muita coisa em mim mudou Talvez não seja a metade de tudo aquilo que sou.

    I Garimpo da Poesia Gaúcha (Virtual) - São José do Ouro
  • Recuerdos ao Pé do Fogo

    Jadir Oliveira

    Mais uma noite campeira, Chega encostando os gravetos No velho fogo crioulo Que acendi no meu galpão.

    5ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Taura e Maulas

    Jadir Oliveira

    I VI Desde que a vida pulsara O taura nasce igual no ventre xucro da terra ao maula recém nascido existe uma eterna guerra mas o rumo é dividido