Galpão do Verso
Poetas

Léo Ribeiro de Souza

10 poesias

Poesias

  • Atavismo

    Léo Ribeiro de Souza

    Trago ao reponte um destino, um fado, e que me prende a cultivar raízes correntes de aço, grilhões bem cadeados silenciosos, densos, invisíveis.

    25ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Bonecas de Pano

    Léo Ribeiro de Souza

    “Dorme filhinha que a Cuca já vem. Papai foi à caça, mamãe logo vem”.

  • Cada Infância com Seu Tempo

    Léo Ribeiro de Souza

    Te bombeando, assim, dormindo, neste quarto decorado, fico horas ao teu lado te acariciando e sorrindo.

    24ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Diário de Guerra

    Léo Ribeiro de Souza

    A chuva torrencial lambe a grama fina, as abas do chapéu, a ponta do palheiro. Enquanto frouxo a chincha do flete molhado com o resto de alento, com o olhar gelado,

  • Lá nas Contendas

    Léo Ribeiro de Souza

    Ruas talhadas no bater de cascos, casebres toscos, num dos quais nasci, xirús campeiros de estampa honesta de um telurismo que igual não vi.

  • Maçambiques

    Léo Ribeiro de Souza

    - Estou ouvindo os tambores... ... e vem lá do Morro Alto! Cruzam, no mais, o asfalto expressando os seus valores.

    19ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Memorial de um Tempo Antigo

    Léo Ribeiro de Souza

    Repisando o próprio rastro que ficou petrificado nos lamaçais, por três dias, quando desceram as quebradas da Serra da Bananeira rumo a Conceição do Arroio.

    10ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Prendinha

    Léo Ribeiro de Souza

    Eu sou a prendinha de lábios risonhos que um mundo de sonhos espera viver.

  • Quem Vem ao Mundo pelo Chão de Areia

    Léo Ribeiro de Souza

    I Pele de bugre, de marrom praieiro, matiz de bronze destes memoriais, couro curtido dentre os canaviais

    21ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Rio Grande

    Léo Ribeiro de Souza

    Rio Grande é terra bendita, é pátria, campo e galpão. É baldas do coração quando um amor lhe palpita.