Galpão do Verso
Poetas

Matheus Costa

21 poesias

Poesias

  • A Infância Alcança no Estrivo

    Matheus Costa

    A infância alcança no estrivo, logo que acordam os galos... ... enquanto um braseiro vivo acorda o dia, em estralos. Clareia escuros profundos que a madrugada guardava com a “pontezuela” do mundo, que é o brilho da estrela D'alva!

    Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da Poesia
  • Andarengas

    Matheus Costa

    São as horas dos caminhos para os passos cruzadores... Para o tempo dos sozinhos vaqueanos desses rigores...

    VIII Esteio da Poesia Gaúcha
  • As Queixas do Laço Atado

    Matheus Costa

    Balbuciou o laço atado seus queixumes e lamentos enquanto preso nos tentos d'um cristão enforquilhado.

    25ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Do Sereno no Alambrado até os Olhos dos Campeiros

    Matheus Costa

    Do sereno no alambrado, até os olhos dos campeiros... Há uma lágrima insistente que compõe seu pranto antigo. Há um silêncio incompreendido, das esperas e lonjuras...

    II Festival Unidos pela Tradição (Virtual) - Tapejara
  • E a Rima Fecha a Porteira

    Matheus Costa

    Depois que o tino das mãos destina rédeas às casas, e o sol que veste o rincão vai morrendo em mornas brasas,

    19º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • João Lonjura

    Matheus Costa

    Nos olhos, poeira e distância... Na alma, restos de adeus!... Desta forma, João Lonjura

    I Estância da Poesia Crioula - Virtual
  • Liberdade

    Matheus Costa

    Este par de asas miúdas - gigante pra quem as sente - com destino diferente rompe lonjuras do tempo.

    V Esteio da Poesia Gaúcha
  • Mansarrão

    Matheus Costa

    Estranha o sestro e a cisma que perdeu, sentindo a idade; E, talvez, tenha saudade dos retovos, d'um tirão.

    2º Parador da Poesia Crioula – Bagé
  • O Espírito Incessante que Há na Alma dos Poetas

    Matheus Costa

    O espírito incessante que há na alma dos poetas… ...voa livre nos caminhos, pelos rumos que escolheu. É testemunha confesso dos resquícios da saudade... ...pois, sem ela, é só metade diante à tudo que viveu.

    17º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • O Livro do Coração

    Matheus Costa

    Este livro envelhecido Tem marcas que eu mesmo fiz E a própria vida hoje quis Dar conta do que guardei...

    II Esteio da Poesia Gaúcha
  • O Tempo à Pilcha do Pobre

    Matheus Costa

    O tempo puiu de sombras a pilcha do índio pobre... Mas não escondeu a poeira e o costumeiro relaxo

    VII Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • Pingo de Corredor

    Matheus Costa

    Na volta da encruzilhada vão quatro sombras adiante. Pastando a lua minguante num espelho de banhado.

    23ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Poema pra o Rincão Pobre

    Matheus Costa

    Rincão, caminho de esperas pra'o andante em tempo vago; Com silêncios que embriago o peito, quando tapera.

    IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • Porteira Chora pra o Vento

    Matheus Costa

    Porteira chora pra o vento, assim como a sanga clara conduz seu lerdo lamento aos pedregulhos ribeiros…

    24ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Relato da Flor Bordada

    Matheus Costa

    Quem me vê nada imagina Do que tenho por malgrado, Pois meu semblante bordado Não transparece jamais

    III Esteio da Poesia Gaúcha
  • Relato da Nazarena

    Matheus Costa

    Tenho a pressa pela sina E o respeito aquerenciado Com a gêmea do meu corpo Talareando no outro lado,

    14º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Retornança

    Matheus Costa

    Para os olhos da tapera - curiosos e sonolentos - quanto mais vertem lamentos, mais recorda-se o que era.

    VI Esteio da Poesia Gaúcha
  • Romance do Assoviador

    Matheus Costa

    Que destino, moça bela, Ter nascido Bem-Te-Vi Se meu canto - que era livre É prisioneiro de ti...

    I Esteio da Poesia Gaúcha
  • Sombra Copada

    Matheus Costa

    Busquei na sombra copada que existe no olhar dos meus, um pouso para a jornada que por diante se estendeu;

    26ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Vergonha

    Matheus Costa

    Quem te assume, pobre moça renegada deste mundo? Escondida n’algum fundo, entre o ego e a ganância.

    II Florada de Versos (Virtual) - Blumenau - SC
  • Vizindário

    Matheus Costa

    I Quem cruzar (mesmo distante) sob o silêncio da alma,

    V Tertúlia da Poesia - Santa Maria