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2.788 poemas no acervo
Adelar Borges Padilha
Puxa que vida maleva Me reponta a existência Viver longe da querência, É vida sem solução,
João Pantaleão Gonçalves Leite
Hoje distante Da querência que adoro, De tristeza quase choro, Nesta vida de cidade,
Marco Pollo Giordani
Gumercindo Saraiva Falqueja a história - teu nome À ponta de daga e lança
Jayme Caetano Braun
El gaucho nació del suelo, pa que la pátria naciera, tuvo - pa elegir bandera, siete colores del cielo;
Vaine Darde
Louca? Por que será que sou louca? Será porque ando lendo Tantas sílabas de lua
Vaine Darde
Eles me interditaram... Afastaram-me das domas, Não me deixam usar adaga, Nem, sequer, cuidar do fogo...
Silvio Aymone Genro
Dizem que ficou anssim, Duma rodada mui feia... Mas ninguém sabe, de fato
Carlos Eugênio Costa da Silva
Quando o clarim do Rio Grande chamou pra revolução, homens encilharam pingos de pronto partiram então.
Rafhaela Vidal Figueiredo
Na noite calma, ela surge, Um farol prata no céu escuro, A lua, serena e majestosa, Banha a terra com seu brilho intenso.
Apparício Silva Rillo
Enfeitiçou-se meu Uruguai missioneiro à luz alta do candieiro que o luar pregou no céu.
Henrique Fernandes
Luz amarela Que enfeita a janela De um quarto de ronda Luz flamejante
José Luiz Flores Moró
Desde piazito que eu araganeava pelas lides teatinas das estâncias. Porém, necessitava ter constância e dar de rédeas à curiosidade,
Léo Ribeiro de Souza
- Estou ouvindo os tambores... ... e vem lá do Morro Alto! Cruzam, no mais, o asfalto expressando os seus valores.
Jayme Caetano Braun
Quando te encontro ao relento, Esquecido no lenheiro Velho machado campeiro, Enferrujado e sem fio,
Jorge Lima
Cevei um mate gaúcho Pra tomar com a madrugada Que a lua cheia cansada De rondar a noite fria
Apparício Silva Rillo
No poncho morno das cinzas dorme o fogo de galpão. Ao escasso calor de seus carvões a cuscada se entrevera com os peões
João Antônio Marin Hoffmann e Sebastião Teixeira Corrêa
Retesou-se o nó dos dedos, quando beijou a madeira. Isaura, sempre a primeira nas lides do amanhecer, Da porta de duas abas, frinchou o cume da mesma, Numa cautela arredia, pois estas horas, diacho,
Jayme Caetano Braun
de poncho negro estendido, há um soluço reprimido, no fim da noite campeira; como adorando a chaleira,
Jurema Chaves
Mãe,que palavra tão doce! De tão profunda expressão É um anjo-coração Para guiar nossos passos
Jayme Caetano Braun
Mão crioula do Rio Grande, Sacrosanta criatura, Olho d´agua de ternura Na velha várzea pampeana,
Glaucus Saraiva
Cantando: Bicho Tutu de trás do murundu, pegou no sapinho comeu com angu.
Apparício Silva Rillo
Cabelo era preto Que liso era o rosto! Teu corpo era flor.
Marco Antônio Dutra
Nas arrancadas da vida, foi marcada pra sofrer. Pois desde já muito moça, Estava escrito o seu destino.
Antônio Dirceu Barbosa
Mãe, no mistério salgado desta lágrima teimosa Volta um garoto moleque, querendo brincar No teu colo... Sinto que a hora é de ficar alegre,