Carregando poemas…Acervo
2.775 poemas no acervo
Carlos Omar Villela Gomes
O sétimo dia chegou cedo... Cedo demais ou me perdi nas contas E eu aqui, sem uma flor sequer; Sequer um choro pra lavar minha alma,
Rodrigo Bauer
I Primeiro foi a visão! Feito o vidro da janela que vai ficando embaçado,
Jadir Oliveira e Adão Pedro Bernardes
O silêncio tem efeitos De reflexão e calma Entendê-lo é percorrer Os labirintos da alma.
Lauro Teodoro
Solitas em galhos secos vivendo na solidão, entrevadas pelos ventos na procura de um capão,
Joseti Gomes
Quando o silêncio se abanca e pede um mate pra mim, torno a encher a cambona pois, a noite se faz redomona
Luiz Menezes
Aquele rancho Sobre o cerro Tinha dono; Era do velho
Rodrigo Bauer
I Eu sinto no soneto algo de etéreo, um sopro de magia em movimento... É o ar que se transmuda e faz-se vento
Joseti Gomes
A inocência brincava despetalando uma flor na ânsia de descobrir os segredos do amor.
Luiz Menezes
Carreteou anos a fio. Conhecia palmo a palmo as estradas da querência; Sabia onde dava passo
Albeni Carmo de Oliveira
Sonhou que o mundo era Um grande jardim em flor; Não hávia o desamor Nem rancor, nem vaidade.
Leandro Araújo
A noite calma e serena Nos toca seus magros dedos. Vultos por entre as sombras Perambulando seus medos
Douglas Diehl Dias
Correu na boca do povo, nos balcões de pulperia… Deu na rádio… no jornal… mas nada se descobria.
Paulo de Freitas Mendonça
No Banhado do Taim juntou-se a bicharada, querendo fazer poema, rimando tudo com nada.
Matheus Costa
O tempo puiu de sombras a pilcha do índio pobre... Mas não escondeu a poeira e o costumeiro relaxo
Jurema Chaves
Saudade é algo que fica Nas marcas que o tempo deixa De sonhos, risos e queixas Para nunca ser esquecido
Lisandro Amaral
No branco pano do tempo pergunto ao frio do poema: que vim fazer nestes campos?
Pedro Júnior da Fontoura
Apesar de horizontes largos E na garupa muitas luas O silêncio dos teus olhos Me dizem verdades cruas...
Paulo Edson Paim
Há uma incerteza galponeira nas planícies do meu coração.. Em meio à madrugada, na quietude de tudo, um pensamento insistente pede pouso e pede prosa
Dimas Costa
(Para uma prenda) Formosa princesa ibérica Enfeitiçada dos mouros,
Aureliano de Figueiredo Pinto
em potro, tordilho negro. com os colmilhos clareava mas ondeando escuras manchas como águas turvas de rio.
Osmar Ranzolin
Lá vem o tropeiro! O tropel na estrada Da rica mulada Que traz o cargueiro,
Lauro Antônio Corrêa Simões
Quando o andante parou - na volta do corredor - pra apertar os arreios, sentiu que o vento trazia,
Guilherme Suman
Entro solene à beira da porta. Arrasto um corpo que pouco se importa Em dar a resposta se vive ou se é Apenas carcaça inútil e morta
Jayme Caetano Braun
Condor xucro do Rio Grande Que ao sol da campanha esvoaça, Velho palanque da raça Do mais crioulo falquejo,