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26 poesias
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Dor... Que é sofrimento... ... das feridas; tormento, aflição
Cristiano Ferreira Pereira
Tropeiro das noites curtas... na ronda das tropas grandes. Orelhano...
Cristiano Ferreira Pereira
Aquele com o dom da palavra é capaz de mudar o mundo apenas com o olhar.
Cristiano Ferreira Pereira
A Vaidade ante ao espelho se deslumbra... Se enaltece, exibindo um riso fútil, Julgando que é um dever e que é útil, Por entender ser o lume adormecido... na penumbra.
Cristiano Ferreira Pereira
Não!... Não ficou tapera a fazenda antiga! Arrendou os campos,
Cristiano Ferreira Pereira
O tempo enfrena um dia lobuno e a água, mansamente, beija as flexilhas, dando de beber ao solo pampeano. Me “quedo”, só, no galpão,
Cristiano Ferreira Pereira
Abichornado... Assim estava o rapazote. Mesmo na flor da idade,
Cristiano Ferreira Pereira
“Talvez não seja o primeiro... Talvez não seja o melhor... Mas é um versito de campo Retoçando num potreiro!...”
Cristiano Ferreira Pereira
De soslaio!... Muitas vezes o pampa me olhou assim: negaceando estribo pra um bater de cascos na direção da vida que plantei pra mim.
Luciano Salerno e Cristiano Ferreira Pereira
Noite fria de agosto... A garoa fina marcando o trote, Sem pausa e lento, do tempo... Contraponteando maus presságios
Cristiano Ferreira Pereira
Mal clareia a nesga de uma nova luz... e a inveja bombeia quieta, espreitando... ao longe, ensaiando ditos e buscando a volta,
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Lembra ainda... ...Como se cada passagem de vida e lida de campo Fosse um entalhe profundo Riscado no cerne d’alma...
Cristiano Ferreira Pereira
I Era um bolicho, num ranchito tosco, barreado,
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
...A meia luz da candeia, Se projeta amarelada, Numa nesga de aprisco, nos ‘bretes de um arrabalde’... Que se confunde ao brilho perdido
Cristiano Ferreira Pereira
O justo destino ter, Campeando sempre a justiça, Por ser justo e merecer.
Cristiano Ferreira Pereira
O medo... seduz o bico da pena, e ofusca a luz do poema que... cala por não saber.
Cristiano Ferreira Pereira
Palanque!... A fibra e o viço da madeira... Contendo a força bruta Que lhe tironeia.
Cristiano Ferreira Pereira
Perpassa pro papel, a pena, A paz que verte em poema No mais sublime sonhar.
Cristiano Ferreira Pereira e Everton Michels
Quando a lua brinca na aguada pra um olhar beber poesia, e as brumas se desfazem Para um verso que extasia,
Cristiano Ferreira Pereira
me pilchei a capricho, me desfiz de anseios e enfrenei o colorado do meu sangue pra recorrer os corredores deste
Cristiano Ferreira Pereira e Cláudio Silveira
“...Quando um poeta embuçala... Tropilhas de nostalgia, Quem declama ajeita as garras Para domar elegias...
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Num trono de crina e cascos a vida se fez campeira, sem razões, só por ser...
Cristiano Ferreira Pereira
Perdoe se me emociono com a magia do poema, Mas o pensar e a verdade transpõem a realidade, Levando-me de viagem a um plano sem gravidade Que extrai de mim, pro papel, a intensidade do tema.
Cristiano Ferreira Pereira
Triste!... É assim a mirada de teu semblante atual, Estagnado, sem menção maior Que a inquietude que provoca teu silêncio.