Carregando poesias…Acervo
2.731 poesias no acervo
Tatiane da Rosa Crestani
Em suas firmes paredes Grandes feitos a realizar É o lar primeiro a habitar
Jayme Caetano Braun
Entre a ponte e o lageado, na venda do bonifácio, conheci o tio anastácio, negro velho já tordilho;
Jayme Caetano Braun
Fui conhecer Tio Domingos Num comércio de carreiras Golpeando as duas hileiras De uma gaita Correntina.
Eudes Maria Pereira da Silva
O velho Rio Urugüai sabe a história que a correnteza levou pra bem longe...
Aureliano de Figueiredo Pinto
Hoje o inverno erma a campanha Dói no subúrbio pobretão. Gelado, o vento arreda a porta E mal aviva a brasa morta
Aureliano de Figueiredo Pinto
E os campeiros cantam nas velhas toadas Mágoas e penas...
Juarez Machado de Farias
Uma goela aberta e linda Sacramentou-se Cordeona, Alma desperta e chorona Pro coração dos cantores,
Dimas Costa
Chegou um dia no pago, Mui perfumada e faceira. Morena, meiga, trigueira, Mais linda do que uma flor.
Guilherme Collares
E se sabia que o “Anjo” não ia durar pra sempre... Como a árvore sem frutos que vergou sobre si mesma
Carlos Omar Villela Gomes
O coração que nos leva pulsa forte E mostra em seu sangue porque veio... Porque se inscreveu nestes silêncios Que marcam suas pegadas pela areia.
Marco Póllo Giordani
Que tombo seus... Bagual xucro? - Qual nada Pior que isso parceiro...
Cyro Gavião
Dava até gosto ver esse índio qüera, Quando se alçava ao lombo dum bagual! Compadreava, pois, dono também era Da china que trazia no buçal.
Maria Pampin
Fui trotear no meu cavalo sentadinha no selim resvalei de cima dele, aí pobrezinha de mim,
Marco Póllo Giordani
Há rodeio no céu Uma nuvem baia vem ponteando ao longe Outra...mais outra...
Alceu Wamosy
Que triste é ser-se assim, forte e descrente! Não ter o alívio das consolações Que vêm do pranto bom, do pranto ardente, E do bálsamo ideal das orações!
Marco Póllo Giordani
Se achega o taura sereno Debaixo dum cinamomo Bombeando o laneado em gomo No pano verde do chão!
João Alves Garcia
Quando bate a urucubaca No seco o índio se atola Precisei ir no comércio Pro comprar uma viola
Juca Ruivo
Sou boleadeira Charrua, sou laço de couro cru. Sou a sombra de um umbu, sou touceira de flexilha:
Jurema Chaves
A pampa calma dormia E eu , que admirava, A leve brisa soprava, Brincando com vagalumes,
Maria Clara Cattelan
Odeio ter que me traduzir, gosto da minha forma natural toda artística e poética.
Cyro Gavião
Passando aquela porteira, Que tem a trama quebrada - Que, por sinal, foi trompada Dum bagual corcoveador -
Guilherme Collares
Nasceu e morreu cavalo... ... e várias vezes veio a nascer... viver... e morrer cavalo...
Guilherme Collares
Nasceu e morreu cavalo... ... e várias vezes veio a nascer... viver... e morrer cavalo...
Élson Lemos
Corta o silêncio da noite um “sonido” que ouço ao longe. Apitando na passagem, lá se vem, o velho trem... com seus insones vagões.